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Family memories:Os primeiros Cavalcanti no Brasil
Posted by: Tadeu Ottoni on Apr 30 2013 19:14

Filippo Cavalcanti

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Filippo di Giovanni Cavalcanti (Florença,12 de junho de 1525 — Olinda, antes de 1614) foi um nobre cavaleiro florentino da Ordem Soberana e Militar de Malta que, por volta de 1560, migrou para Pernambuco, onde gerou vasta descendência. O ramo brasileiro dos Cavalcanti vem a ser uma das mais antigas e numerosas famílias brasileiras. De acordo com sites de genealogia os Cavalcantis se estabeleceram na Padânia por volta do ano 1000 oriundos de Colônia, no I reich, sendo o intelectual Guido Cavalcanti o seu mais famoso membro e melhor amigo de Dante Alighieri que o influenciou de forma decisiva a ponto de ser citado na sua mais famosa obra renascentista de importância hemisférica, eurasiana e mundial por mera consequência.

Segundo uma teoria conspiratória sem nenhuma prova e que vai de encontro a varios fatos históricos, Filippo teria caído em desgraça ao participar de uma fracassada conspiração para derrubar Cosme de Médici, razão pela qual teria buscado refúgio em Portugal, partindo posteriormente para o Brasil. A documentação disponível, nos mostra que Cosme de Médici escreveu e assinou o atestado de nobreza de Filipo que o permitiu receber uma condecoração do rei de Portugal em 1558, contrasta com essa versão. Ademais, o pai de Filippo, o mercador Giovanni di Lorenzo Cavalcanti era um partidário dos Médici, muito próximo do papa Leão X (nascido Giovanni di Lorenzo de' Medici), e atuava como elemento de ligação entre a Cúria e a corte de Henrique VIII, com uma função diplomática, misturada a atividades comerciais e bancárias, junto com Pierfrancesco de' Bardi. O fato de Henrique VIII ter adicionado uma asna de azul carregada de um leonel de ouro no seu ápice entre duas flores de lis do mesmo ao brasão da familia, faz perceber que Giovanni tinha alguma importância para o Rei.

Embora não impossível, a hipótese de conspiração parece pouco provável e, portanto, os motivos de sua saída de Florença permanecem um tanto obscuros.

De antiga família guelfa de Florença, filho do mercador Giovanni di Lorenzo di Filippo Cavalcanti e de Ginevra Manneli foi batizado naSanta Croce, segundo a documentação subsistente.

Aos 34 anos, depois de uma passagem por Portugal, aporta em Pernambuco, onde se casa com Catarina de Albuquerque, filha deJerónimo de Albuquerque (c. 1500) e da nativa Maria do Espírito Santo Arcoverde (uma espécide de Pocahontas precursora). Filippo torna-se o lugar-tenente de Jerônimo de Albuquerque e, com Catarina, teve onze filhos, gerando vasta descendência, que se constituiu no ramo brasileiro dos Cavalcanti, uma das mais vastas senão a mais vasta descendencia eurasiana fora do mainland eurasiano.

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Kids:Que saudades do meu tempo de criança...
Posted by: Enio Carvalho Dias on Apr 21 2013 12:50

Hoje em dia o sonho de qualquer adolescente é chegar aos 18 anos, a idade da maioridade aonde começa a ser adulto, quando é permitido tomar bebidas alcolicas e mesmo tirar a sua carteira de motorista. A partir dai, termina a tutela dos pais, que não são mais legalmente responsáveis por aquele cidadão adulto que pode votar, casar e constituir a sua própria familia, ter seu próprio emprego, carro, abrir sua conta bancária e tirar seu passaporte podendo viajar para qualquer lugar do mundo, desacompanhado sem aquele titulo de "menor".

Enquanto nossos jovens sonham com estes dias que estão porvir, nós que somos mais antigos, que já passamos por todas estas fases e estamos entrando na terceira idade que no final nos conduz a nossa segunda infancia lembramos com saudades e nostalgia daquele tempo no qual tinhamos 10 anos. Como tudo era simples, o radio nos mantinham informado de tudo...

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Announcements:Hugo Branquinho – Lançamento do álbum “Embrião”
Posted by: Francisco Corrêa Serio on Jan 23 2013 21:23

Hugo Branquinho – Lançamento do álbum “Embrião”

01 – Sonhar

02 – Sol, Lua e um Pouco de Céu

03 – Antônio

04 – Melhorar

05 – Aguar

06 – Afogado

07 – Nossa Serra

08 – Igreja Laranja

09 – Fragmentos

10 – Pela Avenida

11 – Ao Nosso Amor

É com muito orgulho que o Keep It Alive promove o lançamento oficial de “Embrião”, álbum de estreia do cantor e compositor mineiro Hugo Branquinho. Até o próximo domingo, 27, você acompanha aqui no portal e na página do Keep It Alive no facebook postagens especiais sobre essa que promete ser uma das revelações da cena independente brasileira em 2013.

“Embrião”, lançado em 23 de janeiro de 2013, é o resultado de anos de trabalho e parcerias de Hugo Branquinho como cantor e compositor. Natural de Três Pontas – MG, Branquinho é conterrâneo de Milton Nascimento e Wagner Tiso, expoentes do movimento Clube da Esquina, e de uma grande safra de músicos talentosos da cidade, mas sua música vai além da esperada influência mineira, e passeia pelo trabalho de outros ícones da MPB e pela música contemporânea. A combinação, enriquecida por letras bem elaboradas e pela competência criativa de Hugo Branquinho fez de “Embrião” um álbum sofisticado, contemplativo, surpreendentemente dinâmico e permeado por uma sensação de nostalgia típica da música mineira.

Entrevistado pelo Keep It Alive, Branquinho falou um pouco sobre o processo de criação de “Embrião”, sobre suas pretensões artísticas e sobre a música independente atual.

Qual é a sensação de lançar o seu primeiro álbum?

É a realização de um sonho. O objetivo é mostrar minhas músicas e parcerias para outras pessoas. Cuido desse primeiro CD como se fosse o nascimento de um filho, pois nele estão músicas que compus da adolescência até os dias de hoje.

Quais foram os artistas que mais influenciaram a música de “Embrião”?

Todo o pessoal do Clube da Esquina, entre eles, Milton Nascimento, Toninho Horta, Beto Guedes, Lô Borges… Outros que admiro muito são Elis Regina, Gonzaguinha, Almir Sater, Chico Buarque, Tom Jobim… E também aprendi muito sobre a música com meu irmão mais velho, Heitor Branquinho. No Brasil temos ótimas referências de músicos, cantores e compositores.

Como você definiria a música de “Embrião”?

Defino como canções que falam muito de mim, do que vivi e estou vivendo agora.

Você tem um cuidado especial com as letras de suas músicas. Que temas são abordados no repertório de “Embrião”?

Tenho muito carinho por cada letra. Temas como o amor, família e sonhos estão ligados com as injustiças e a falta de tempo para parar e se comunicar com as pessoas. Nesse mundo em que as coisas materiais nos consomem e tudo é muito rápido pela internet, tento passar também que é importante a amizade e o tempo para as nossas raízes.

O cantor e compositor Milton Nascimento divide os vocais com você na faixa “Antônio”. Como você conheceu o Bituca, e como foi trabalhar com ele?

Eu sou de Três Pontas- MG e conterrâneo do Milton Nascimento. Ele me conheceu lá na capital da música quando ainda tinha meus 13 anos. Meu irmão, Heitor, estava tocando em um bar de lá e fui assistir. Chegando lá dei um abraço e um beijo no meu irmão e o Milton gostou muito dessa união e amizade entre a gente. Depois me chamou para conversar ali mesmo e a partir daí ficamos amigos.

Trabalhar com o Milton Nascimento é sempre um prazer enorme e também um aprendizado maior ainda. Com Milton, participei cantando no DVD Pietà, em 2007 e do mais recente CD “E a gente sonhando…”, onde fiz parte do coro e fui convidado para um solo vocal na canção “Amor do Céu, Amor do Mar”.

Então, quando fiz a música para meu filho, Antônio, pensei: Tem que ser o Milton Nascimento cantando comigo. Ele aceitou na hora e deu tudo certo.

Além do Milton, quais foram as parcerias mais importantes durante o processo de gravação?

O meu irmão Heitor Branquinho assina a produção do disco, divide o vocal comigo na nossa parceria “Aguar” (Thales Mendonça/Hugo Branquinho/Heitor Branquinho) e ainda toca baixo e violões. Tenho também cinco músicas no disco em parceria com meu amigo Thales Mendonça. Eles foram muito importantes no processo do disco. Duas letras no disco são dos amigos Rafael Guerche (Pela Avenida) e Enrique Que (Afogado), mas todos os músicos e amigos que ajudaram na construção desse “embrião” são importantes e essenciais.

“Embrião” foi gravado de forma independente. Como foi o processo de gravação do álbum, e quais foram as maiores dificuldades com as quais você teve que lidar?

Eu comecei a escrever e compor músicas na minha adolescência. Depois que formei na escola em Três Pontas, fui para São Paulo, onde moro há seis anos. Nesse tempo fui criando um repertório e escolhendo as músicas que eu mais gostava. Então, ano passado tive a surpresa da chegada do meu primeiro filho e percebi que estava também na hora de fazer o meu primeiro CD. Desta forma, juntei com meu irmão Heitor Branquinho, que também é músico e começamos a pensar os arranjos das músicas. Depois fui convidando os músicos para gravar o disco. Gravamos tudo no ano passado.

Por ser um CD independente, a maior dificuldade é mesmo o dinheiro. Porém, com a ajuda da família e dos amigos músicos o CD foi criando sua forma. Tive muita felicidade de conhecer grandes músicos para tocar no meu CD “embrião” e tenho que agradecer muito pela confiança no trabalho: Débora Gurgel (piano), Thiago “Big” Rabello (bateria), Heitor Branquinho (baixos, violões e vocais), Emílio Martins (percussão), Raul Coutinho (guitarra e viola), Willian dos Santos (acordeom) e Deni Domenico (bandolim).

Depois do lançamento oficial do álbum, quais serão seus próximos passos como artista?

Meu próximo passo é colocar o disco na estrada. Pretendo fazer os shows de lançamento do disco nos meses de Março e Abril de 2013, em São Paulo, Belo Horizonte e Três Pontas. E depois vou continuar divulgando o CD durante todo o ano.

Como você enxerga a cena musical independente no Brasil?

Enxergo um meio muito difícil e que precisamos batalhar muito para conseguir realizar bons trabalhos. Porém, vejo ótimos discos sendo realizados dessa maneira, sem apoio de grandes gravadoras, que conseguem uma boa aceitação de público e imprensa.

Visite o site oficial de Hugo Branquinho: http://www.hugobranquinho.com.br/

Fique ligado. Em breve, o Keep it Alive publicará uma resenha do álbum “Embrião”. Nossa equipe deseja muito boa sorte a Hugo Branquinho, e espera que o restante de sua discografia seja tão brilhante quanto “Embrião”!

Por: Marcus Lopes | Tags: hugo branquinho, lançamento, milton nascimento, thales mendonça

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Family memories:Notas genealógicas relativas à família Siqueira Cavalcanti
Posted by: Tadeu Ottoni on Nov 2 2012 11:04

Notas genealógicas relativas à família Siqueira Cavalcanti

Por Aracy Costa de Siqueira

Os Cavalcanti do Brasil originaram-se de Felipe, descendente de nobre família de Florença (Itália). Felipe era filho legítimo de Genebra Maneli e Geovane Cavalcanti, sobrinho em 1º grau do Grão-Duque de Toscana. O célebre poeta Guido Cavalcanti foi um dos descendentes.

Felipe e seu pai Geovane, envolvidos numa conspiração chefiada pelo cardeal Alexandre d’Este, contra os Médici, fugiram para Portugal em 1555. Não se julgando seguro em Portugal, Felipe veio para Pernambuco, onde fez boas relações com Jerônimo de Albuquerque, “o Torto”, de quem foi genro pelo casamento com D. Catarina de Albuquerque, filha da princesa índia Muyrã-Ubi. Deste entrelaçamento resultou a família Cavalcanti de Albuquerque, que tem, portanto a correr-lhes nas veias, o sangue da fidalguia italiana e sangue puro de uma índia pernambucana pelo lado da princesa do ramo Arco-Verde.

Entre outros filhos houve Lourenço Cavalcanti de Albuquerque, capitão duma companhia de guerra, que de Pernambuco foi a Bahia socorrer os irmãos do sul, atacados pelos holandeses, praticando nesta luta verdadeiros atos de bravura; de volta a Pernambuco foi recebido em festas. (Houve também a filha) Genebra Cavalcanti de Albuquerque que casou com D. Felipe de Moura e foi um dos avós do Marquês de Pombal e (houve ainda o filho) Antonio Cavalcanti de Albuquerque que casou com D. Isabel de Góes e Holanda, filha de Arnão de Holanda, neta do Barão de Renamburg e sobrinha-neta do Papa Adriano VI.

Moura: A família Moura origina-se de Pedro Rodrigues de Moura que em 1107, no reinado de D. Affonso Henrique, com seu irmão Alvares Rodrigues ganharam aos mouros a Vila de Moura em imortais lances de bravura e que eram já muito antes conhecidos pelos seus gênios militares. A rainha D. Beatriz, mulher de El-Rey D. Affonso III, doou ao seu parente Vasco Martins de Moura, neto de Pedro Rodrigues de Moura a mesma Vila de Moura que foi o solar da família. Os Moura de Pernambuco procedem de D. Felipe de Moura que foi governador da Capitania e era sobrinho do Marquês de Castela – Rodrigues grã-grande de Espanha, Vice-Rei de Portugal.

Felipe de Moura casou aqui com uma filha de Felipe Cavalcanti e da índia Muyrã-Ubi (Arco-Verde). Deles descende em linha reta pelo lado materno, o afamado Marquês de Pombal. Deste entrelaçamento originou-se a família Albuquerque Cavalcanti e Moura, que é uma só e onde descendem os Siqueira Cavalcanti (ou Sequeira).

Siqueira: A família Siqueira, ou Sequeira é originária da Quinta de Siqueira, do termo de Barcellos em Portugal. Em Pernambuco a família descende de Antonio de Siqueira casado com Isabel de Sousa Vasconcellos, de quem foi filho João de Siqueira, Escrivão da Alfândega e Almoxarife do Recife, em 1627; por sua vez era casado com Messias Bezerra (do Ramo Barrigas). Em 1635, casou um dos filhos do casal de nome Antonio Duarte Bezerra de Siqueira com D. Isabel Cavalcanti de Albuquerque, tataraneta de Duarte Coelho e bisneta de Matias de Albuquerque, neto do 1º donatário Duarte Coelho.

Nota complementar: Duarte Coelho, primeiro donatário da Capitania de Pernambuco, a quem se deve a sua colonização, foi o tronco da árvore que de Pernambuco se espalhou por todo o resto do Brasileiro as famílias Albuquerque Cavalcanti ou Cavalcanti de Albuquerque, Siqueira Cavalcanti, Moura Cavalcanti, Bezerra Cavalcanti etc. etc.
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Family memories:Arvore Genealogica da Familia Ottoni (em 1963)
Posted by: Tadeu Ottoni on Dec 19 2009 16:50
A família Ottoni descende de dois valorosos combatentes das hostes de Othon I, imperador romano - o grande da Germânia. Pietro e Ludovico delle Ponte, que por muito terem se distinguido na defesa de Matelica, recebem do Imperador as terras por eles defendidas, bem como o título de Vigário Perpétuo do Reino, e o que era honra invulgar, o de aporem ao seu nome de família original, o do próprio imperador, Ottone.

1578 - Pietro Ottoni

Guido Ottoni - senhor de Matelica, século XV

Francesco Ottoni

Rannuncio Ottoni - + em Modena em 1510

Lorenzo Ottoni - escultor do busto de Urbano (museu Oliveriense - Ridimi da Concezione)

Emmanuel Antão Ottoni - genovês, emigrou para Lisboa em 1723 e desembarcou em São Paulo em 1727, sendo sepultado na Villa do Príncipe do Serro.

F1) Jorge Benedicto Ottoni - casado com Rosa Maria de Jesus

N1) Manuel Vieira Ottoni - casado com Ana Felizarda Paes Leme (Prado Leme). Pais de:

B1) Joaquim Ottoni

B2) José Eloy Ottoni

B3) Jorge Benedicto Ottoni - casado com Rozalia de Sousa Maia

T1) Theophilo Benedicto Ottoni - casado com Carlota Amalia Azeredo. Pais de:

Q1) Theophilo Carlos Ottoni - casado com Rita Belmira Breves de Moraes Costa. Pais de:

P1) Ana Clara Theophilo Ottoni

P2) Theophilina Theophilo Ottoni

P3) Mariana Theophilo Ottoni - casada com José Damasceno Pinto de Mendonça. Pais de:

H1) Dora Ottoni Mendonça - casada com Edgard Varella

H2) Theophilo Ottoni Mendonça - casado com Maria Pimenta Nilsen. Pais de:

S1) Arnaldo

S2) Dirce

T2) Honório Benedicto Ottoni

T3) Maria Isidora Ottoni

T4) Felizarda Ottoni

T5) Christiano Benedicto Ottoni Junior

P1) Dr. Pio Benedicto Ottoni, filho de Cristiano, casado com Regina Oliveira Bello. Seus filhos:

Cristiano Benedito Ottoni,

Leôncia Maria Bello Ottoni Jordão,

Pio Benedito Ottoni Júnior,

Maria Bello Ottoni Cardoso de Menezes,

Regina Bello Ottoni Gatti,

Celina Tereza Bello Ottoni Mitchell,

Julio Benedito Ottoni,

Teofilo Benedito Ottoni,

Fernando Benedito Ottoni,

Ignácio de Loyola Benedito Ottoni.

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