Famílias LAGO & BAYEUX e seus ramos interligados com os Ramalho, Oliveira, Salles, Morais, Ciuffo, Frederighi, Plessmann, Namy, Leme, Santos, Braz, Machado, Cobra, Bivar, Silveira, Azzoline, Garcia da Costa, Melo, Souza, Silva e Lopes, entre outros.
Destaca-se entre nossos antepassados Julia Maria Garcia (*1707+1787), a segunda das famosas Três Ilhoas que, com suas irmãs Antonia e Helena Maria, são a origem da maioria das familias mineiras.
Eu sou Marco Antonio Bayeux
e usei o MyHeritage para digitalizar esta árvore genealógica, iniciada por volta de 1985. É um trabalho sem final previsto, sempre possível de ser aperfeiçoado e ampliado: para o passado e para o futuro. Se comecei a coletar dados por curiosidade pura, hoje meu objetivo é deixar para meus filhos e descendentes uma visão de suas origens, a história da família e incentivar o respeito aos nossos antepassados
Se você quiser contatar-me diretamente para colaborar com informações, fotos, documentos, curiosidades, atualizações ou mesmo para matar a curiosidade, clique aqui: here.
Our family tree is posted online on this site! There are 2074 names in our family site. The earliest event is the birth of Catarina George
(1596). The most recent event is the death of Neide Poli (Sol. Garcia da Costa)
(Nov 1 2012). foi atualizado em May 22 2013, e tem atualmente 103 membros registrados.
Os Pereira do Lago dispõe de muitas informações publicadas na internet e em livros, como o 'site' de Celso do Lago Paiva: Do Minho para Minas, os livros da trilogia de de José Nascimento "As Três Ilhoas" e a inestimável colaboração de membros da família como:
Vitor e Ana Vitória Pereira do Lago: meus sogros que deram as informações iniciais 'de memória' de centenas de membros da família Pereira do Lago e aguçaram minha curiosidade para começar este trabalho. Foram muitas nossas conversas matutinas, tomando café com pães e 'quitandas' feitas na hora, as vezes, na hortinha de fundo de casa, picando fumo de Poço Fundo para pitar um cigarro de palha ao som de Lio e Leo, Zilo e Zalo, Raul Florêncio e outros inesquecíveis cantadores de moda tradicional. Bons tempos!
Amadeu Pereira do Lago (filho do Seu Jaime e Dona Ricardina), grande colecionador das históricas fotografias, 'causos' e curiosidades da família. Amigo novo - descoberto e contatado via internet - um modernismo inesperado, torcedor do Santos (como eu), politizado, atualizado e uma simpatia de pessoa que... ainda não conheci pessoalmente ou, como é moda, 'presencialmente';
Amadeu Pereira do Lago (filho de Seu Vitor e Don'Ana - meu cunhado), estudioso da família, escritor ainda inédito de contos do dia-a-dia mineiro e filósofo com jeitinho mineiro de ensinar.
Os Ramalhos de Oliveira, bragantinos orgulhosos de sua origem mineira, tiveram sua informações oferecidas por:
Vera Ramalho de Oliveira Bayeux: os Ramalho de Oliveira tiveram uma grande informante e colecionadora de fotos antigas. A Professora Dona Vera, bragantina que adotou Joanópolis, SP, como sua terra em 1950, atuou durante décadas na educação básica dos jovens joanopolenses (antigo Grupo Escolar), chegou a ter a maior hemeroteca temática sobre Joanópolis (material doado para servir como núcleo inicial de um museu joanopolense, tendo se estraviado inexplicavelmente). Também poetisa, inédita ao público, tem recusado propostas de publicação há décadas. De memória prodigiosa e organização impar, orientou a confecção dos 'ramalhos da oliveira' genealógica!
Mônica e Débora Ramalho de Oliveira: as irmãs que conseguem algumas raridades de fotos com avós, tios, primos e até da Nãna, que deixaram muitas saudades para toda a família Ramalho de Oliveira.
As primas Maria Eliza Silveira e Adriana Altic: sempre atentas aos detalhes das fotos e consultando os 'tios' mais experientes para confirmar datas, locais, idades e, principalmente, na própria identificação de parentes e amigos nas fotos.
As informações sobre os Bayeux foram pesquisadas e coletadas graças ao esforço e curiosidade de:
José Eduardo Carvalho Bayeux: os Bayeux muito devem pelas informações desta árvore ao Eduardo, que também tem um ramo muito bem desenvolvido da árvore genealógica dos Bayeux publicado no MyHeritage!
Olavo Plessmann Bayeux: que orientou a construção do seu ramo da Árvore Genealógica, permitindo a inserção de familiares até o século XVII.
Continuo minha busca por novas fontes de informação, fotos, histórias, fac-simile de documentos, etc. Interessante como fonte de informação e de vínculos familiares atuais é o FaceBook que tem gerado muitos contatos até então desconhecidos.
If you wish to become a member too, please click here. Aproveite!
A site member joined another family site: Corrêa Serio
Oct 12, 2012
A site member commented on person :
ESTE QUE APARECE NA FOTO É O MESMO QUE ESTÁ DE CAMISA VERDE E TAMBÉM É O MESMO SENTADO DE BENGALA NA MÃO E É FILHO DE FRANCISCO INÁCIO DE MELO FILHO , O IRMÃO É O DE CHAPÉU QUE ESTÁ JUNTO COM ANA FRANCISCA E O GAROTINHO, ESTE QUE ESTÁ DE CHAPÉU É QUE DEVE ENTRAR NA FOTO PRINCIPAL. É MUITO COMPLICADO PORQUE SÓ AGORA OBSERVEI QUE O NOME E TAMBÉM O APELIDO É O MESMO DO TIO E SOBRINHO
Sobre esta foto conversaram Amadeu Pereira do Lago (APL), Jayme José do Lago (JJL) e Paulo Afonço do Lago (PAL) em 29 de dezembro de 2012, ao meio dia.
‘APL’ essa mula chamava Granfina, compadre João foi dono dela por uns tempo, depois passou ela pro Padrinho Céio. O Jayme é capaz de lembrar dela
‘JJL’ Sim, querido ‘APL’. Embora viéssemos a adorar a Granfina, doeu-nos ficar sem o objeto da troca por ela: nosso adorável cavalo "Bainho". Bainho tinha todas as ótimas qualidades de um bom cavalo de família. Granfina era tudo o que postei no compartilhamento. Mas era séria demais, kkk. Gratíssimo. Abs.
‘JJL’ E a cidade, Campestre, caros ‘PAL’ e tio ‘APL’, lembremos, era toda ainda calçada de paralelepípedo, liga de ferro, que fazia retinir as ferraduras dos cavalos. Som que acompanhava o desfile garboso dos cavaleiros. Bons tempos.
‘APL’ Esse muro que faz o fundo você faz idéia onde é ???
‘JJL’ Boa pergunta, querido tio ‘APL’: antes dela, eu também já me havia perguntado e tentado decifrar. Simulei várias hipóteses, mas fiquei confuso, virada de 50/60, Campestre ainda tinha muitos quintais como o da foto. Coisa que já não vemos mais. Eu parto da travessa Francisco Guerreiro, embora não esteja muito convencido disso.
‘PAL’ Nossa Jayme, nessa data eu tava ainda no Japão. Mas é uma foto que me deu muita saudade do Papai!!!
‘JJL’ É verdade, ‘PAL’. Você nasceu uns 4 anos depois da foto aí. Não tenho muita certeza, falta uma aproximação da foto, mas parto de uma hipótese e acho até que papai ainda tinha os dentes naturais dele nessa época.
‘JJL’ Outra curiosidade, queridos ‘PAL’ e tio ‘APL’: papai trajava essa camisa xadrez, que não era flanela, mas um tecido muito fino e bom. Que eu me lembre, havia nela cubinhos nas cores verde, vermelho, azul e branco. Minha memória...Veja mais
‘JJL’ O arreio, ainda novo, já fora comprado de segunda mão. Era famoso por ter armação de aço e enchimento com anatomia quase perfeita e jamais suado o lombo dos animais que o portaram. Tanto que nessa época ou um pouco depois, foi roubado por um cavaleiro do Tijuco Preto, num baile na casa do vovô Jayme da Ladeira, quando todos os arreamentos dos cavalos de todos os cavaleiros estavam guardados no paiol.
‘JJL’ O nome do praticante do furto, que omito também por não ter certeza do nome e identidade, foi pego usando o arreamento na cidade, e, muito envergonhado devolveu todo arreamento na casa do Tio Glicério: não teve coragem de ir até a casa do vovô Jayme, onde papai e nós estávamos a passeio.
‘APL’ Jayme , o roubo do arreio não foi na casa de pai não, foi no baile de casamento do compadre Sebastião com a comadre Francisca na casa do seu Chico Pedro e o ‘dito cujo’ que levou o arreio era o edis do Onofre Iéu, ele que depois casou-se com a Vita do Teodoro Alves
‘JJL’ Ah, é verdade tio ‘APL’: tinha me esquecido desse detalhe. O senhor está certíssimo. Achei hilário que, na hora de devolver o arreamento, ele negou até o fim, mas desmascarado, foi devolvendo um a um. Só sobrou o cabresto, que também fazia parte, e o tio Glicério P. Lago, com pena do homem ter de ir ao mato buscar cipó para amarrar o cavalo para não ir embora a pé, deixou que levasse embora o cabresto.
1999 - Fundação da Escola Municipal "José Benedito de Salles Bayeux"
.
Em 1999, na cidade de Joanópolis, SP, foi criada a Escola Municipal "José Benedito de Salles Bayeux" homenageando o patrono, que tendo chegado à Joanópolis em 1950, oriundo de Cambuí, MG, adotou a cidade como sua terra, tendo uma vida pessoal e profissional marcada pela ética e bom relacionamento com todas os munícipes.
Sinônimo de honestidade, 'seu Baé' ou 'Baê do Banco', como era conhecido na cidade, trabalhou durante toda sua vida no Banco Real (anteriormente Banco da Lavoura de Minas Gerais e, ainda antes, Banco de Itajubá), nas agências bancárias de Cambui, MG, Joanópolis e Piracaia, SP!
Dedicou-se com muito entusiasmo ao Asilo São Vicente de Paula e à Santa Casa da Misericórdia de Joanópolis, gerindo durante décadas festas e eventos de captação de recursos para a manutenção dessas instituições! As verbas públicas sempre foram muito exíguas ou até inexistentes para sustentar as duas entidades municipais!
Bayeux, como era conhecido, valorizava muito a educação, motivando todos que se relacionava a estudar muito para 'melhorar de vida', chegando a financiar o estudo de muitas crianças que não tinham poder aquisitivo para dar continuidade aos estudos. Em outros casos, influenciava as famílias a investir nos estudos da garotada liberando a criançada, pelo menos por um período do dia, de ajudar seus pais nas tarefas da roça, para ir para a escola. Bons tempos!
Recebeu o título de "Cidadão Joanopolense", em 1998, e teve seu nome indicado e aprovado por unanimidade para ser o patrono da escola municipal, depois de seu falecimento. Uma justa homenagem!