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Famílias LAGO & BAYEUX e seus ramos interligados com os Ramalho, Oliveira, Salles, Morais, Ciuffo, Frederighi, Plessmann, Namy, Leme, Santos, Braz, Machado, Cobra, Bivar, Silveira, Azzoline, Garcia da Costa, Melo, Murbach, Souza, Silva e Lopes, entre outros.

Destaca-se entre nossos antepassados Julia Maria Garcia (*1707+1787), a segunda das famosas Três Ilhoas que, com suas irmãs Antonia e Helena Maria, são a origem da maioria das familias mineiras.

Eu sou  Marco Antonio Bayeux e usei o MyHeritage para digitalizar esta árvore genealógica, iniciada por volta de 1985. É um trabalho sem final previsto, sempre possível de ser aperfeiçoado e ampliado: para o passado e para o futuro. Se comecei a coletar dados por curiosidade pura, hoje meu objetivo é deixar para meus filhos e descendentes uma visão de suas origens, a história da família e incentivar o respeito aos nossos antepassados 

Se você quiser contatar-me diretamente para colaborar com informações, fotos, documentos, curiosidades, atualizações ou mesmo para matar a curiosidade, clique aqui: here.  

Our family tree is posted online on this site! There are 2556 names in our family site.  foi atualizado em Aug 4 2015, e tem atualmente 132 membros registrados.

Os Pereira do Lago dispõe de muitas informações publicadas na internet e em livros, como o 'site' de Celso do Lago Paiva: Do Minho para Minas, os livros da trilogia de de José Nascimento "As Três Ilhoas" e a inestimável colaboração de membros da família como:

Vitor e Ana Vitória Pereira do Lago:  meus sogros que deram as informações iniciais 'de memória' de centenas de membros da família Pereira do Lago e aguçaram minha curiosidade para começar este trabalho. Foram muitas nossas conversas matutinas, tomando café com pães e 'quitandas' feitas na hora, as vezes, na hortinha de fundo de casa, picando fumo de Poço Fundo para pitar um cigarro de palha ao som de Lio e Leo, Zilo e Zalo, Raul Florêncio e outros inesquecíveis cantadores de moda tradicional. Bons tempos! 

Amadeu Pereira do Lago (filho do Seu Jaime e Dona Ricardina), grande colecionador das históricas fotografias, 'causos' e curiosidades da família. Amigo novo - descoberto e contatado via internet - um modernismo inesperado, torcedor do Santos (como eu), politizado, atualizado e uma simpatia de pessoa que... ainda não conheci pessoalmente ou, como é moda, 'presencialmente';

Volnei do Lago, pesquisador incansável e estudioso das raízes e ramificações entrelaçadas da família Pereira do Lago, conhecendo suas mais pitorescas histórias e 'causos'. Está preparando um livro sobre a família que pretende publicar proximamente - patrocinadores são bem vindos!

Amadeu Pereira do Lago (filho de Seu Vitor e Don'Ana - meu cunhado), estudioso da família, escritor ainda inédito de contos do dia-a-dia e filósofo com jeitinho mineiro de ensinar.

Peterson do Lago, especialmente pela contribuição na construção do ramo familiar Murbach do Lago, disponibilizando o rico material organizado por Miriam do Lago da Silva Neves, publicado em Dezembro de 1997: "A Família Lago Murbach".

Os Ramalhos de Oliveira, bragantinos orgulhosos de sua origem mineira, tiveram sua informações oferecidas por:

Vera Ramalho de Oliveira Bayeux: os Ramalho de Oliveira tiveram uma grande  informante e colecionadora de fotos antigas. A Professora Dona Vera, bragantina que adotou Joanópolis, SP, como sua terra em 1950, atuou durante décadas na educação básica dos jovens joanopolenses (antigo Grupo Escolar), chegou a ter a maior hemeroteca temática sobre Joanópolis (material doado para servir como núcleo inicial de um museu joanopolense, tendo se estraviado inexplicavelmente). Também poetisa, inédita ao público, tem recusado propostas de publicação há décadas. De memória prodigiosa e organização impar, orientou a confecção dos 'ramalhos da oliveira' genealógica!

Mônica e Débora Ramalho de Oliveira: as irmãs que conseguem algumas raridades de fotos com avós, tios, primos e até da Nãna, que deixaram muitas saudades para toda a família Ramalho de Oliveira.

As primas Maria Eliza Silveira e Adriana Altic: sempre atentas aos detalhes das fotos e consultando os 'tios' mais experientes para confirmar datas, locais, idades e, principalmente, na própria identificação de parentes e amigos nas fotos. 

As informações sobre os Bayeux foram pesquisadas e coletadas graças ao esforço e curiosidade de:

José Eduardo Carvalho Bayeux: os Bayeux muito devem pelas informações desta árvore ao Eduardo, que também tem um ramo muito bem desenvolvido da árvore genealógica dos Bayeux publicado no MyHeritage!

Olavo Plessmann Bayeux: que orientou a construção do seu ramo da Árvore Genealógica, permitindo a inserção de familiares até o século XVII. 

Continuo minha busca por novas fontes de informação, fotos, histórias, fac-simile de documentos, etc.

Destacam-se como interessantes fontes de informação de vínculos familiares, para pesquisas de nossa família o FaceBook e o Cartório de Bragança (www.cartoriobraganca.com.br).

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 Parabéns Marco Antonio, muitas felicidades neste dia especial que é o seu aniversário. Desejo tudo de bom e muitas alegrias junto dos seus. Grande abraço. Tia Dalva. 
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Family memories:Vivendo um momento caipira
Posted by: Marco Antonio Bayeux on Mar 15 2015 22:15

Pois é, hoje acordei com a determinação de limpar este quintal, com suas árvores frutíferas e todas as outras plantas, que era o orgulho de meu Pai... A chuva dos últimos dias fez com que o mato crescesse demais...

Arrumei um caboclo para ajudar na empreitada e começamos lá pelas 7:00 horas da manhã. Comecei por um canto e o caboclo pelo outro e à medida que o serviço ia evoluindo sentia cada vez mais a presença de meu pai. Ali! Ombro a ombro comigo. A moda de viola corria solta, lá dentro de casa: Liu e Léo, Tônico e Tinoco e outros. A cada acorde podia sentir o vibrar das cordas daquele violão que ele tocava com maestria, sem nunca ter estudado música, o que sempre me emocionou, fazendo com que eu nunca perdesse minhas raízes!

E, lá pelas tantas, já suado, lembrei-me de que precisava comer e dar de comer àquele caboclo que me ajudava lá, alheio às minhas memórias... E foi aí que me encaminhei para a cozinha, já acompanhado de minha mãe, que me dizia: “Meu filho, lave-se e vamos lá que eu te ajudo!”

E o metido aqui, com ar de sabedoria, comecei a discutir com minha querida mãezinha, sobre o que cozinhar... Metido sim pois certa feita me atrevi a ensinar a minha mãe como se fazia café! Ela que há mais de 70 anos fazia o danado do cafezinho... Na época, como ela sempre fazia: me ouvia atentamente e, ao final, com aquele sorriso de mulher sábia, apenas me dizia: “Filho, que bom, vou fazer dessa maneira então, daqui pra frente.” Acho que nunca fez, pois meu café é horrível! Mas, hoje vejo o ensinamento que esta situação me trouxe: saber ser humilde e ouvir as propagações daqueles seres ‘sabe-tudo’!

Como todo bom caipira, deve-se ter um franguinho em casa, mesmo que este esteja congelado lá na sua geladeira e foi assim que fiz aquele almoço. Franguinho passado na maionese e polvilhado com creme de cebola, colocados devidamente em uma assadeira, coberta com papel alumínio e levada ao forno. O arrozinho soltinho, com furinhos, me convidava a experimentá-lo. E o feijãozinho então? Eu nunca comi outro igual, era uma das obras primas dela e até hoje toda a família comenta. Estava divino! Claro! Era ela que estava me ajudando!

De repente ouvi aquele brado lá do quintal: “e aí moleque, para de conversar com sua mãe e vem me ajudar aqui” e, prosseguia... “já não te falei que era pra plantar o mamão, um macho e outro fêmea, lado a lado, porque senão não vinga”. Sei lá, é o que dizem! Pior que nunca conseguirei identificar qual é o macho e a fêmea - estou falando do mamão -, e continuava: “o rapazinho, e essa jabuticabeira que não está dando fruto ainda, você tem mantido ela úmida?” Não soube responder, mas fazer com que ela dê frutos, pra mim é uma questão de honra!

“Este cacho de banana está na hora de cortar, você não está vendo que o galho está envergado? Deve ter umas 150 bananas aí. Lembra, meu filho, daquele cacho que tinha 176 bananas? Tinha até “filipe” no meio.” É, é... pois é!

Lá dentro as músicas continuavam e o franguinho assando...

O restante? Bom, o restante só conto pessoalmente...

Assim foi o dia! Digo que foi o melhor plantão caseiro deste ano!

“Com sinceridade, ô dona saudade, não me aperte tanto” e que “quando chegar a Primavera quero ver toda minha tapera enfeitada de flor”, assim como foi este dia acompanhado de meus pais! A vida é bela! Saudades boas, essas!

José Vitor do Lago (13/03/2015 - sexta-feira)

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Family memories:Histórias que nascem de uma foto
Posted by: Marco Antonio Bayeux on Mar 5 2013 23:28

A mula Granfina

Sobre esta foto conversaram Amadeu Pereira do Lago (APL), Jayme José do Lago (JJL) e Paulo Afonço do Lago (PAL) em 29 de dezembro de 2012, ao meio dia.

‘APL’ essa mula chamava Granfina, compadre João foi dono dela por uns tempo, depois passou ela pro Padrinho Céio. O Jayme é capaz de lembrar dela

‘JJL’ Sim, querido ‘APL’. Embora viéssemos a adorar a Granfina, doeu-nos ficar sem o objeto da troca por ela: nosso adorável cavalo "Bainho". Bainho tinha todas as ótimas qualidades de um bom cavalo de família. Granfina era tudo o que postei no compartilhamento. Mas era séria demais, kkk. Gratíssimo. Abs.

‘JJL’ E a cidade, Campestre, caros ‘PAL’ e tio ‘APL’, lembremos, era toda ainda calçada de paralelepípedo, liga de ferro, que fazia retinir as ferraduras dos cavalos. Som que acompanhava o desfile garboso dos cavaleiros. Bons tempos.

‘APL’ Esse muro que faz o fundo você faz idéia onde é ???

‘JJL’ Boa pergunta, querido tio ‘APL’: antes dela, eu também já me havia perguntado e tentado decifrar. Simulei várias hipóteses, mas fiquei confuso, virada de 50/60, Campestre ainda tinha muitos quintais como o da foto. Coisa que já não vemos mais. Eu parto da travessa Francisco Guerreiro, embora não esteja muito convencido disso.

‘PAL’ Nossa Jayme, nessa data eu tava ainda no Japão. Mas é uma foto que me deu muita saudade do Papai!!!

‘JJL’ É verdade, ‘PAL’. Você nasceu uns 4 anos depois da foto aí. Não tenho muita certeza, falta uma aproximação da foto, mas parto de uma hipótese e acho até que papai ainda tinha os dentes naturais dele nessa época.

‘JJL’ Outra curiosidade, queridos ‘PAL’ e tio ‘APL’: papai trajava essa camisa xadrez, que não era flanela, mas um tecido muito fino e bom. Que eu me lembre, havia nela cubinhos nas cores verde, vermelho, azul e branco. Minha memória...Veja mais

‘JJL’ O arreio, ainda novo, já fora comprado de segunda mão. Era famoso por ter armação de aço e enchimento com anatomia quase perfeita e jamais suado o lombo dos animais que o portaram. Tanto que nessa época ou um pouco depois, foi roubado por um cavaleiro do Tijuco Preto, num baile na casa do vovô Jayme da Ladeira, quando todos os arreamentos dos cavalos de todos os cavaleiros estavam guardados no paiol.

‘JJL’ O nome do praticante do furto, que omito também por não ter certeza do nome e identidade, foi pego usando o arreamento na cidade, e, muito envergonhado devolveu todo arreamento na casa do Tio Glicério: não teve coragem de ir até a casa do vovô Jayme, onde papai e nós estávamos a passeio.

‘APL’ Jayme , o roubo do arreio não foi na casa de pai não, foi no baile de casamento do compadre Sebastião com a comadre Francisca na casa do seu Chico Pedro e o ‘dito cujo’ que levou o arreio era o edis do Onofre Iéu, ele que depois casou-se com a Vita do Teodoro Alves

‘JJL’ Ah, é verdade tio ‘APL’: tinha me esquecido desse detalhe. O senhor está certíssimo. Achei hilário que, na hora de devolver o arreamento, ele negou até o fim, mas desmascarado, foi devolvendo um a um. Só sobrou o cabresto, que também fazia parte, e o tio Glicério P. Lago, com pena do homem ter de ir ao mato buscar cipó para amarrar o cavalo para não ir embora a pé, deixou que levasse embora o cabresto.

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Family memories:A Escola Bayeux
Posted by: Marco Antonio Bayeux on Jan 12 2013 22:06
1999 - Fundação da Escola Municipal "José Benedito de Salles Bayeux"
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Em 1999, na cidade de Joanópolis, SP, foi criada a Escola Municipal "José Benedito de Salles Bayeux" homenageando o patrono, que tendo chegado à Joanópolis em 1950, oriundo de Cambuí, MG, adotou a cidade como sua terra, tendo uma vida pessoal e profissional marcada pela ética e bom relacionamento com todas os munícipes.

Sinônimo de honestidade, 'seu Baé' ou 'Baê do Banco', como era conhecido na cidade, trabalhou durante toda sua vida no Banco Real (anteriormente Banco da Lavoura de Minas Gerais e, ainda antes, Banco de Itajubá), nas agências bancárias de Cambui, MG, Joanópolis e Piracaia, SP!

Dedicou-se com muito entusiasmo ao Asilo São Vicente de Paula e à Santa Casa da Misericórdia de Joanópolis, gerindo durante décadas festas e eventos de captação de recursos para a manutenção dessas instituições! As verbas públicas sempre foram muito exíguas ou até inexistentes para sustentar as duas entidades municipais!

Bayeux, como era conhecido, valorizava muito a educação, motivando todos que se relacionava a estudar muito para 'melhorar de vida', chegando a financiar o estudo de muitas crianças que não tinham poder aquisitivo para dar continuidade aos estudos. Em outros casos, influenciava as famílias a investir nos estudos da garotada liberando a criançada, pelo menos por um período do dia, de ajudar seus pais nas tarefas da roça, para ir para a escola. Bons tempos!

Recebeu o título de "Cidadão Joanopolense", em 1998, e teve seu nome indicado e aprovado por unanimidade para ser o patrono da escola municipal, depois de seu falecimento. Uma justa homenagem!
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