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Meus caros primos e primas, e amigos em geral, eu sou Anibal de Almeida Fernandes e construí esse site graças à formidável estrutura técnica fornecida por MyHERITAGE, espero que apreciem o meu trabalho sobre a genealogia das 4 famílias que são minhas 4 raízes: ARANTES (MG), AVELLAR E ALMEIDA (RJ), CARVALHO DUARTE (MG) e RIBEIRO DO VALLE (MG). Essas 4 famílias, e informações muito mais completas, estão detalhadamente descritas, e com as respectivas fontes documentais, em meu site,  http://www.genealogiahistoria.com.br/ onde os familiares, os pesquisadores e os interessados em geral, podem ver com detalhes a ascendencia e a descendência de cada pessoa até o Patriarca de cada família, inclusive com a bibliografia e com as fontes documentais.

FAMILIA ARANTES que inicia em meu 13º avô João de Arantes  nasc. cerca de 1460 em Portugal e deste 13º avô,  que é o Patriarca da Familia Arantes, Morador da Casa Real, Cavaleiro Escudeiro, que foi Senhor da Quinta de Romay e Condestável d'El Rei João 2º,  13º Rei de Portugal, (Nobiliário - Coleção de Memórias Genealógicas - (2º volume), manuscrito nº 876 do Arquivo Distrital de Braga). Dele vem uma seqüência de descendentes interligados até meu neto Enrico, 15º neto de João de Arantes, numa linhagem contínua de 17 GERAÇÕES EM 550 ANOS, do Século XV (1460) até o Século XXI (2010), com 32,35 anos por geração.

Minha RAIZ PAULISTA, quatrocentona, não esta descrita no site MyHERITAGE por ser bastante documentada, meu 12º avô é BALTHAZAR de MORAES (de ANTAS),  o Patriarca dos Moraes, nasc. 1537, Portugal, filho de Pedro de Moraes e Ignes Navarro de Antas e seu avô foi Senhor de Vimioso. Pertencia às famílias Moraes e Antas. Balthazar de Moraes, chega ao BRASIL, Rio de Janeiro, em 1556, depois, em Santo André, casa-se com Brites Rodrigues Annes. Em data ignorada Balthazar se estabeleceu em São Paulo, onde teve fazenda no Ipiranga. Em 1572, Balthazar esteve num Ajuntamneto (=Reunião). Em 1578 foi eleito Juiz Ordinário da Vila de São Paulo de Piratininga. A 30/1/1579 toma posse como Juiz e segue para Portugal para obter provas de que era cristão velho de conhecida e nobre linhagem. A 23/11/1580 obtém o reconhecimento dos instrumentos de Pureza de Sangue e Comprovação de Nobreza pelo Ouvidor Geral de toda a costa do Brasil e São Vicente. Os documentos foram registrados em São Vicente, em 1600, a pedido de seu filho Pedro de Moraes.  Esses papéis vão para as mãos de Francisco Velho de Moraes, neto de Balthazar, que os registra, pela 2ª vez, no livro de Registro da Câmara da Vila de São Paulo em 1670. - (Regina Maria de Moraes Junqueira). - GENEALOGIA PAULISTANA, SILVA LEME: TÍTULO MORAES: Vol. VII, pg. 3: BALTHAZAR c.c. Brites, 12ºs avós de Anibal, tiveram 4 filhos, relacionados por Silva Leme: são eles: Pedro, BALTHAZAR, (o moço), c.c Leonor Pedroso, (Vol. VII, Cap. 2º, pg. 25), 11ºs AVÓS de ANIBAL, Anna e Izabel de Moraes. BALTHAZAR, o moço, é pai de ACCENÇO DE MORAES de ANTAS c.c. MARIA de SIQUEIRA BARUEL, 10ºs AVÓS de ANIBAL  (Vol VII, Cap. 2º, pg. 56). Informação de José Guimarães, a 15/1/1987, conceituadíssimo e sério genealogista de Ouro Fino, MG, complementando Silva Leme). Informação CONFIRMADA POR MARCOS CAMARGO, Out. 2013, COM PROVA DOCUMENTAL: Brasil, São Paulo, Registros da Igreja Católica, 1640-2012, images, FamilySearch = https://familysearch.org/pal:/MM9.3.1/TH-1-16047-14925-86?cc=2177299&wc=M971-MBC:1462860254) e https://familysearch.org/pal:/MM9.3.1/TH-1-16047-15499-25?cc=2177299&wc=M971-MBC:1462860254. A descendência do Patriarca Balthazar chega até o neto de Anibal, Enrico,  que é 14º neto Balthazar de Moraes, numa linhagem contínua de 16 GERAÇÕES EM 473 ANOS, do Séc XVI (1537) até o séc XXI (2010) com 29,56 anos por geração.

Família AVELLAR e ALMEIDA, começa com Manoel de Avellar e Almeida, 4º avô de Anibal,  a família tem um BRASÃO concedido ao Barão de Avellar e Almeida, Laurindo de Avellar e Almeida, Decreto de 7/1/1881, registrado no Livro X pág. 70, Seção Histórica do Arquivo Nacional, Rio de Janeiro, que foi um título concedido pelo Imperador Pedro 2º AD PERSONAM SUL COGNOME, esta forma de concessão de título só é usada quando o Imperador deseja prestar HOMENAGEM À FAMÍLIA, dignificando-lhe o nome. Este Brasão foi concedido e passado por Carta de Brasão a 22/11/1881, e está registrado no Cartório da Nobreza e Fidalguia do Império do Brasil, Livro II, folhas 9/11. Atenção: o título SUL COGNOME concedido ao Barão de Avellar e Almeida,  acompanhado de concessão de Brasão que está REGISTRADO no Cartório da Nobreza, permite, hoje em dia, o USO LEGAL deste Brasão pelos familiares Avellar e Almeida, conforme a opinião dos estudiosos do direito heráldico brasileiro (Méroe). Meu primo, José de Avellar Fernandes  (n. 1892, f. 1981) conceituado genealogista (com biografia publicada na Revista Genealógica Brasileira, nº 14), que, num artigo publicado no Anuário Genealógico Latino, Vol. 4, 1952, página 76, item 47, informa que o pai de Manoel de Avellar e Almeida, 4º avô de Anibal, o Alferes Manoel Coelho de Avellar, 5º avô de Aníbal, descende de Diogo Gonçalves, c.c. Urraca Mendes de Bragança, irmã de Fernando Mendes de Bragança, o Bravo, ambos filhos de Mendo Fernandes de Bragança, Rico Homem e Alferes-Mor de seu primo-irmão AFONSO HENRIQUES, (*1109 +1185), 1º Rei de Portugal, (Dinastia de Borgonha, 1139 a 1383) ambos NETOS de AFONSO VI, 14º Rei de Leão e 3º Rei de Castela, e deste rei Afonso VI a ascendência de Manoel de Avellar e Almeida, filho do Alferes Manoel Coelho de Avellar, 5º avô de Aníbal, entra na história européia com sua origem retroagindo ao século IV dC. até Teodorico 1º, (*390), 4º Rei Godo, 50º avô de Aníbal. A descendência deste 4º Rei Godo, Teodorico, continua por 25 reis europeus, e contem 5 imperadores de Constantinopla, (como registram as genealogias reais européias), e chega até Anibal e meu neto Enrico, que é 52º neto de Teodorico, numa linhagem de 54 gerações em 1.620 anos do séc. IV (390) até o séc XXI (2010), com uma média de 30 anos por geração.

BOA PESQUISA e se você tem qualquer comentário ou feedback sobre este site, por favor, clique here para entrar em contato comigo. 

Brasão do Barão de Avellar e Almeida 

O Brasão pode ser usado pela Família Avellar e Almeida sem o Coronel (coroa) e a comenda, conforme as leis de heráldica e do Direito Nobiliárquico

BRASÃO AVELLAR E ALMEIDA - FAMÍLIA - Familia Arantes Web Site 

Este Brasão foi concedido e passado por Carta de Brasão a 22/11/1881, e está registrado no Cartório da Nobreza e Fidalguia do Império do Brasil, Livro II, folhas 9/11.

DESCRIÇÃO HERÁLDICA: - A BANDA diagonal vermelha com 3 estrelas de prata, postas em pala, representa trabalho árduo. - A ABELHA, à direita, simboliza a operosidade, confirmando o trabalho árduo. - O CAFEEIRO, à esquerda, mostra a atividade do Barão de Avellar e Almeida, que era fazendeiro de café como toda a família AVELLAR e ALMEIDA. - A DIVISA em latim VIRTUTE ET HONORE do Brasão, significa VIRTUDE e HONRA.
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