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Conde Francesco Matarazzo

Born:Mar 9 1854 In:
Died:Dec 10 1937 (at age 83)In:
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Immediate family

Filomena Sansivieri
His wife
Giuseppe Matarazzo
His son
Andrea Matarazzo
His son
Ermelino Matarazzo
His son
Teresa Matarazzo
His daughter
Mariangela Matarazzo
His daughter
Attilio Matarazzo
His son
Carmela Matarazzo
His daughter
Lidia Matarazzo
His daughter
Olga Matarazzo
His daughter
Ida Matarazzo
His daughter
Claudia Matarazzo
His daughter
Francesco Matarazzo Filho
His son
Luís Eduardo Matarazzo
His son
Costabile Matarazzo
His father
Mariangela Jovane
His mother
<Private> Matarazzo
His sibling
  

Work

Empresário
Agricultor

Antes de se mudar para o Brasil

Personal info

Nationalities: italiana
Languages spoken: Italian, Portuguese

Source citations

Source: Find a Grave
Confidence: Direct and primary evidence
Citation text:

Francesco Matarazzo
Aniversário: 9 de Mar de 1854
Morte: 10 de Dez de 1937
Cemitério: Cemitério Da Consolação, São Paulo, Brasil

Biography

Nasceu em Castellabate, uma pequena vila do sul da Itália, filho de Costabile Matarazzo e Mariangela Jovane, agricultores na região da Campânia. Francesco aos 27 anos emigra para o Império do Brasil (1822-1889), em 1881, em busca de melhores condições de vida. No desembarque, na Baía de Guanabara, perde a carga de banha de porco que trazia. Com o pouco dinheiro que lhe sobra se estabelece na cidade de Sorocaba, província de São Paulo, no comércio de secos e molhados. Alguns anos depois estabelece uma empresa de produção e comércio de banha de porco.

 

Em 1890, muda-se para São Paulo e funda, com os irmãos Giuseppe e Luigi, a empresa Matarazzo & Irmãos. Diversifica seus negócios e começa a importar farinha de trigo dos Estados Unidos. Giuseppe participava da empresa com uma fábrica de banha estabelecida em Porto Alegre e Luigi com um depósito-armazém estabelecido na cidade de São Paulo.

 

No ano seguinte, a empresa foi dissolvida e constituiu-se em seu lugar a Companhia Matarazzo S.A. que já conta com 43 acionistas minoritários. Essa sociedade anônima passa a controlar também as fábricas de Sorocaba e Porto Alegre.

 

Em 1900, a guerra entre a Espanha e os países centro-americanos dificulta a compra do produto e ele consegue crédito do London and Brazilian Bank para construir um moinho na cidade de São Paulo. A partir daí, seu império empresarial se expande rapidamente, chegando a reunir 365 fábricas [carece de fontes] por todo o Brasil. A renda bruta do conglomerado chegou a ser a quarta maior do país, e 6% da população paulistana depende de suas fábricas, que, em 1911, passam a se chamar Indústrias Reunidas Fábricas Matarazzo (IRFM), uma sociedade anônima.

 

Sua estratégia de crescimento segue o lema "uma coisa puxa a outra". Para embalar o trigo, monta uma tecelagem. Para aproveitar o algodão usado na produção do tecido, instala uma refinaria de óleo, e assim por diante.

 

Em 1928, participa da fundação do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP).

Matarazzo morre em 1937, após uma crise de uremia, na condição de homem mais rico do país, com uma fortuna de 10 bilhões de dólares estadunidenses, sendo proprietário de 365 fábricas

Ancestor search:
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