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MyHeritage6
FTBPortuguese - Brazil42,388Sep 1 2014 15:07
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About our family tree
Bem-vindo a nossa árvore genealógica!

Meu nome é Elio Barbosa Garcia e eu sou o administrador do site deste website.
A minha pesquisa genealógica está focada nas seguintes famílias: Garcia, Garcia Leal, Vilela, Carvalho, Barbosa Sandoval, Freitas, Souza, Gouvêa, Moraes, Morais, Silvério, Rodrigues da Costa, Garcia de Figueiredo, Ribeiro do Vale, Corrêa Neves, Prado, Costa Lima, Cunha e outras cujos entrelaçamentos se tornaram numerosos e importantes.
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About our family

O nome Garcia aparece na península ibérica desde os tempos mais remotos da idade média, sempre com destaque entre os nobres nos reinos de Castela, Aragão, Pamplona, Sevilha, Portugal e outros daquela região.

Os Garcia e Garcia Leal vieram para o Brasil cerca de 1700, vindos do aquipélago dos Açores, mais precisamente da Ilha do Faial, da Freguesia de Nossa Senhora das Angústias. Primeiro veio Diogo Garcia por volta de 1710 e se estabeleceu na região de São João del Rei, onde fez roça no rio das Mortes Pequeno. Depois, cerca de 1723 vieram seu irmão João Garcia Luís (depois Pinheiro) com a família, constituida da esposa Maria Leal e seis filhos e acompanhado da viúva Maria Nunes com as filhas solteiras Júlia e Helena e ainda Antônia da Graça casada com Manuel Gonçalves da Fonseca e as filhas menores Maria Teresa e Catarina de São José.

A viuva e as filhas acompanharam Diogo Garcia e fixaram residencia na sua casa. Em 1724 realizou-se, na roça de Diogo Garcia, no rio das Mortes Pequeno, o casamento deste com Júlia Maria da Caridade; ele com 34 anos e a noiva 17 anos.

Em 1726 realizou-se em Prados o casamento de Helena Maria com João de Resende Costa, natural da Ilha de Santa Maria. Fixaram residencia em Prados onde contou com a companhia da mãe da noiva, Maria Nunes, até o seu falecimento em 1742.

Maria Teresa de Jesus, filha de Manuel Gonçalves da Fonseca e de Antônia da Graça, casou na Capela de Santo Antônio do Rio das Mortes, em 1728 com Inácio Franco e fixaram residencia nessa freguesia na casa do noivo.

Aí temos as tres irmãs, que ficaram conhecidas como as "Três Ilhoas", eram Antônia da Graça, Júlia Maria da Caridade e Helena Maria de Jesus pela ordem de idade.   

João Garcia Luís (ou Pinheiro), sua esposa Maria Vargas Leal e os seis filhos seguiram para o vale do rio Paraiba, região de Pindamonhangaba, onde se estabeleceram. Esse núcleo constituiu o grande ramo Garcia Leal, cujo seguimento foi consolidado com o filho Pedro Garcia Leal.

Esses primeiros nucleos familiares se multiplicaram extraordinariamente e deram orígem a uma descendencia inumerável e notável e que se entrelaçaram e se espalharam, desbravando e povoando os sertões de Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso e Goiás, formando fazendas, fundando povoados, vilas e cidades. 

É difícil, em qualquer parte deste país, onde não haja algum descendente desses ramos familiares, assim descritos por José Guimarães em sua obra citada: "São homens de elevada estatura, cabelos louros, olhos azuis, conservando muitos as tradições de serem parentes das Três Ilhoas e de Januário Garcia. Seu amor à terra, transformou-os nos maiores proprietários de terras do centro do Brasil, conservando as tradições que lhes foram transmitidas ao pé do fogo, de geração em geração. Por isso sabem que são parentes das Três Ilhoas e que tem algum parentesco com o famigerado Januário Garcia, cujas façanhas são exageradas pelo fato natural revelado pelo provérbio de "quem conta um conto, acrescenta um ponto".  

Como afirma José Guimarães na sua grandiosa obra "As Três Ilhoas" muitos pesquisadores e genealogistas, descendentes ou não desses ilheus, se dedicaram ao estudo genealógico da enorme descendencia revelando ainda o amor dessa gente pelas tradições e cita, enter outros, Ari Florenzano, Cid Guimarães,  Artur Resende, Ricardo G. Daunt, Mário Emílio Arantes, J. Jaques Ribeiro do Vale, Roberto Vasconcelos Martins, José Guimarães, Matildes de Resende Lopes Salomão, Amélio Garcia de Miranda, Olímpio Meireles Santos, Francisco de Paula Ferreira Resende, Francisco Osório de Oliveira e podemos citar também Basileu Toledo França, Binômino da Costa Lima, Luiz Carlos Tocalino Neto, Almério Barros França e Elio Barbosa Garcia. 

Graças ao empenho, a determinação e a dedicação desses estudiosos pesquisadores, podemos conhecer a nossa ascendencia com absoluta clareza hoje em dia e buscar parentescos tão longíquos e inimagináveis. A eles o nosso respeito e admiração.

Aproveitemos pois, e tenhamos todos a satisfação e o orgulho de nos encontrarmos em algum lugar nessa árvore genealógica monumental.  

 
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